Em
memória
“Esta
história eu já contei, pra meia dúzia de pessoas,
e
quem não acreditar, por favor, que conte outras”.

Centro
da cidade de São Paulo, no Viaduto do Chá. Naquele tempo era comum
que pessoas ganhassem a vida vendendo coisas, não muito diferente
dos dias de hoje. Camelô, uma atividade comum na época. Alguns
vendiam espelhinhos, pentes, brilhantina para o cabelo, graxa para
sapatos. Meu pai vendia balas carameladas, outros vendiam maçãs do
amor. Dentre muitos brasileiros que faziam o país na época,
destacava - se um rapaz que já fazia sucesso. Seu nome: Sílvio
Santos. Meu pai contava que o povo se aglomerava em volta dele.
Ele vendia barbatanas para camisa, também vendia canetas. A maneira
especial de vender chamava a atenção. “- Ele pegava um pedaço
de papelão, e com a caneta desenhava um alvo, atirava a caneta e
saia com a caneta escrevendo, mostrando o quanto era boa” –
contou meu pai.
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